inspirada.
(pirada, irada, dá)
Com vontade de comer maçã!
domingo, 27 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
tudo pode dar certo
Uma sequência de improbabilidades gera o acaso, a única coisa provável. A vida é tão incrível. Eu gosto muito disso.
"Que o acaso nos proteja. Sempre.
Amém."
segunda-feira, 31 de maio de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
La Mariposa está
Entre o céu e a terra.
Tocando o ar. De olhos abertos.
Tateando o mar. Sorrindo.
Trocando o ar. De olhos fechados.
Traqueando o mar. Apenas indo.
Tocando o ar. De olhos abertos.
Tateando o mar. Sorrindo.
Trocando o ar. De olhos fechados.
Traqueando o mar. Apenas indo.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Bom dia

Clara manhã, obrigado,
o essencial é viver!
Drummond
o essencial é viver!
Drummond
Faz silêncio aqui dentro
Sinal de que outrora havia grande euforia
Sinfonia em tom maior
Uma palavra para ser esquecida
Um sorriso para ser lembrado
Mãos perdidas
"Por favor, feche a porta e não abra a janela.
Eu quero anoitecer"
A chaleira esperando pelo chá
Um quadro torto na parede
Qual filme será?
Ela tão distraída
Ela tão presente
Trocando passos tímidos
"Por favor, desligue a TV e deixe a chave em cima da mesa.
Eu quero sonhar"
As bonecas não mudam de face
O relógio segue a sua missão
Enquanto os cabelos embaraçam ao vento
Um corpo sem pretensões
A mente em devaneios sãos
Dançando fragmentos
"Por favor, deixe as minhas gavetas abertas e apague a luz.
Eu quero amanhecer"
Dúvidas para serem visitadas
Certezas para serem mudadas
Com a boca seca e casta
Há momentos para negar sins
Há momentos para aceitar nãos
Em uma vida de começo meio e fim
"Por favor, leve as minhas meias e deixe a música tocar.
Eu quero acordar"
Bom Dia
música: Gymnopédie n 1, de Erik Satie
segunda-feira, 26 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
A flor
Tão bela. Tão plena. Tão serena.
Passeia para além do horizonte.
Entre as espumas da água do mar.
Leve o que eu não posso compreender.
Deixe aquilo que eu possa absorver.
Singela flor.
Em uma longa tarde de quem sou eu...
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Para muito além de um sorriso
Silenciosamente sorrio
verdades absolutas
verdades imaginadas
verdades esquecidas
verdades malditas
verdades reveladas
verdades não ditas
verdades descoradas.
Sorrio em verde e vermelho.
domingo, 11 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
(...)
Após uma longa tarde de (...), a chuva resolveu se impor sobre Catarina.
Silenciou pensamentos.
Permitiu sensações.
Gotas grossas no corpo, vento fresco no rosto.
A chuva absoluta. E Catarina?
Catarina apenas fechou os olhos, sem proteger-se.
Ela era apenas um corpo desprevenido caminhando.
Caminhando molhado.
Caminhando enxarcado.
Experimentou o frio, o calor, a algeria, o caos, a dor. Tudo.
Corrompida pela plenitude da natureza, Catarina apenas sorriu aquele sorriso satisfeito.
De quem gosta de estar despreparada.
De quem gosta de ser surpreendida.
De quem gosta de não esperar por nada.
A tarde terminou exata e em paz, pedindo uma noite estrelada.
- imposição s. f. 1. Ato de impor ou de impor-se. 2. Coisa imposta. 3. Ordem a que se tem de obedecer. 4. Ato de conferir. 5. Colocação de insígnias. 6. Ato de infligir. 7. Tributo, imposto.
- desprevenir v. tr. 1. Desavisar. 2. Desacautelar-se, descuidar-se; desaperceber-se; desafazer-se de (o necessário). 3. Ficar sem (o necessário).
- caos s. m. 1. Confusão dos elementos antes da criação do universo. 2. Confusão. 3. Desordem. 4. Perturbação.
- exata adj. 1. Certo; em que não há erro, omissão, fraude. 2. Fiel. 3. Pontual. 4. Que cumpre bem o seu dever. 5. Perfeito, rigoroso.
- (...) m. b. 1. Depois eu conto.
domingo, 21 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Hoje ou Em sonhos reais eu toco e sinto
E então, finalmente, choveu.
No sentido mais belo do que é chover.
É o anuncio do outono.
Da estação predileta.
Folhas secas e douradas como hão de ser.
Prenuncio de um lindo amanhecer.
Gosto da chuva, porque simplesmente acontece.
Cheiro bom. De coisa boa. De asfalto molhado.
A natureza humana simplesmente é.
Acontece.
quarta-feira, 17 de março de 2010
The blower's daughter
And so it is
Just like you said it would be
Life goes easy on me
Most of the time
And so it is
The shorter story
No love, no glory
No hero in her sky
I can't take my eyes of you...
I can't take my eyes...
And so it is
Just like you said it should be
We'll both forget the breeze
Most of the time
And so it is
The colder water
The blower's daughter
The pupil in denial
I can't take my eyes of you...
I can't take my eyes...
Did I say that I loa the you?
Did I say that I want to
Leave it all behind?
I can't take my mind of you
I can't take my mind
My mind...my mind.
Til I find somebody new.
(apenas uma música de um breve momento)
Just like you said it would be
Life goes easy on me
Most of the time
And so it is
The shorter story
No love, no glory
No hero in her sky
I can't take my eyes of you...
I can't take my eyes...
And so it is
Just like you said it should be
We'll both forget the breeze
Most of the time
And so it is
The colder water
The blower's daughter
The pupil in denial
I can't take my eyes of you...
I can't take my eyes...
Did I say that I loa the you?
Did I say that I want to
Leave it all behind?
I can't take my mind of you
I can't take my mind
My mind...my mind.
Til I find somebody new.
(apenas uma música de um breve momento)
quinta-feira, 4 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Clara
http://debailarina.blogspot.com/2007/10/clara.html
Faz tempo que li.
E hoje reli.
Pensei.
A saudade dói.
É tempo intangível.
Que se faz presente pela ausência.
Senti.
Sorrisos de olhos fechados.
Caretas de bocas abertas.
Lembra?
Sinto sua falta amiga. (de alma)
Digo é bom conhecer alguém pelo avesso.
E se for preciso, vomitar.
Eu te conheço.
Veja só, Clara ainda não chegou.
Nem sei se chegará...
Porém sinto saudade dela.
Posso passar horas com Clara.
De pele macia, mãos pequenas e cheiro bom.
Imagino.
Potes de doces vazios.
Amiga, te pergunto em quantas ilusões eu me meti?
Talvez eu queira acordar deste tempo intocável.
Ou talvez eu só queira sonhar com Clara.
Faz tempo que li.
E hoje reli.
Pensei.
A saudade dói.
É tempo intangível.
Que se faz presente pela ausência.
Senti.
Sorrisos de olhos fechados.
Caretas de bocas abertas.
Lembra?
Sinto sua falta amiga. (de alma)
Digo é bom conhecer alguém pelo avesso.
E se for preciso, vomitar.
Eu te conheço.
Veja só, Clara ainda não chegou.
Nem sei se chegará...
Porém sinto saudade dela.
Posso passar horas com Clara.
De pele macia, mãos pequenas e cheiro bom.
Imagino.
Potes de doces vazios.
Amiga, te pergunto em quantas ilusões eu me meti?
Talvez eu queira acordar deste tempo intocável.
Ou talvez eu só queira sonhar com Clara.
Com amor,
Januária
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Para ver as meninas
Silêncio por favor
Enquanto esqueço um pouco
a dor no peito
Não diga nada
sobre meus defeitos
Eu não me lembro mais
quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Enquanto esqueço um pouco
a dor no peito
Não diga nada
sobre meus defeitos
Eu não me lembro mais
quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Paulinho da Viola
(porque toca no corpo, alimenta a pele e me dá sede, muita sede...)
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